sexta-feira, 1 de julho de 2011

Dia 3


Como de costume vou terminar o dia 2 primeiro.
Na parte da tarde fomos no centro ver bugigangas, saris, Ganeshas etc e foi muito legal. É incrível como os indianos são receptivos -não sei se para nós comprarmos as coisas, mas são- as roupas são animais!! Dá contade de comprar tudo, mas ainda não comprei nada, só uma garrafa d’água, um 7up, uma bolacha e amendoim japonês.
Na volta passamos no museu, mas para isso tivemos que atravessar obstáculos... a rua. O Pitfall não conseguiria (NERDS saberão do que estou falando e entenderão minha dificuldade). Mas o parque do museu é muito bom. Tem esquilos por toda a parte e um relógio no gramado (tipo alguns ponteiros fincados na grama, é muito legal).
O problema é que o museu não estava aberto,então só passeamos por fora.
Na parte da noite fomos jantar no “Mainlaind China” e conheci muitas pessoas. Temos o BRIC todo aqui, e quase um G8.
xD
                Conheci uma keniana, uma russa, uma canadense, um estadunidense, um italiano, uma taiwanesa criada nos Estados Unidos que veio do Egito (Wow), um que não lembro a nacionalidade, um marfinense e uma tcheca. Alguns no jantar, então conheci melhor e outros em uma casa que fiquei pouco tempo, então conheci muito pouco.
                Foi um jantar muito divertido e a comida estava excelente. Comi Honey Grazed Lemon Chicken (Frango com molho de mel e limão) e estava muito bom de verdade. Também pedi uma Pina Colada e, não, não continha álcool. Aqui nada tem, mas os indianos me disseram que é de boa beber se for maior de 18.
                Como nossos hosters estavam nos esperando voltamos para a AIESEC, mas o que “estava me esperando” não estava lá. Me comuniquei com ele e fui para uma casa que os estagiários daqui da AIESEC ficam, para encontrar o Nilae (Acho que é assim que se escreve). Mas chegando lá ele demorou um pouco pra sair e como ele estava de moto tive que deixar minha mala de viagem por lá e só carregar a de mão.
                Ao chegar na casa do Nilae, às 2 da manhã, naquela pegada pra tomar um banho e ir ao banheiro tive minha primeira experiência indiana com banheiros. Abri a porta e era apenas um belo e aconchegante buraco no chão sem chuveiro. Tomei aquele banho de canequinha e usei o buraquinho. E Gui: Não havia nenhum barulho de verminhos. Tinha água no buraco, de boa.
xD
Ah... e não tinha ar condicionado como na última casa, mas incrivelmente  foi a noite que dormi melhor. Assisti um programa de motocicletas aqui, tipo “Meu Pai é Melhor que seu Pai”, sabe? (se sim eu tenho muito menos respeito por você agora. Sério! xD) E dormi!

Dia 3 de fato.
                Acordei e tomei mais uma vez um chazinho indiana com gengibre e fui para o escritório de moto e sem capacete (Manhê, eles simplesmente não usam isso aqui, malz. Tenho vídeos disso também). Ao chegar no escritório passei um tempinho por lá mesmo e fui almoçar com uns EPs novos no restaurante indiano. Era uma chinesa, uma estadunidense e uma ucraniana. Fomos eu, o Dé, a Ma e um indiano que não lembro o nome.
                Ele demostrou interesse em fazer um CEED no escritório do Brasil... então ICX, pay attention. O cara é muito engraçado e está meio que dando encima da Ma. Vocês precisavem ver ele conversando com ela no restaurante meio... totalmente inclinado pro lado dela (muito engraçado. Ashusahsuahusa). E logo depois meu ego inflou de uma forma exorbitante e minha baixa estima foi lá no alto quando esse mesmo indiano falou que eu sou a cara do Brad Pitt. Deve estar querendo algo com a Maysa e quis agradar os amigos dela. Hahahaha
                Enfim, ao voltarmos para o escritório estava tendo uma reunião com os treinees, na qual estavam tentando resolver nossos pequenos problemas. Coisas simples como acomodação, trabalho que não estava rolando... coisa besta sabe?! Nessa reunião conheci outra estadunidense, que era a que mais falava. Mas com razão, pois estava aqui há 3 semanas e o trabalho dela não havia acontecido ainda. Discutimos, discutimos e discutimos e o escritório resolveu nossos problemas parcialmente. Resolveu os de acomodação e os trabalhos ficaram de ser resolvidos até segunda.
                O pessoal estava bem irritado, mas eu estou mais tranquilo quanto a isso. Não sei se é porque só estou aqui há dois dias e espero não ficar daquele jeito, mas aquela americana ficava uma graça brava, mas isso não vem ao caso.
                Fomos todos a um shopping aqui ao lado para tomar alguma coisa e conversamos mais um pouco, e após isso fomos jantar em um lugar que vende uns chocolates muito bons. Comi uma pizza de chocolate com marshmallows e nozes que estava muito boa mesmo. Foi então que aconteceu a surpresa.
                No estabelecimento só tocavam musicas bacanas, tipo Celine Dion remixada (sim, a do Titanic), Backstreet Boys (que não foi um problema para mim, já que sou um grande fan desse clássico da música POP), Barbie Girl, Spice Girls, entre outros. E é daí, que surge do fundo da caixa de som, massacrando meu pâncreas de tanto orgulho de ouvir aquilo, nossa famosa “bate forte o tambor”. Meu coração...-não, coração não porque ele é apenas um músculo- Alguma parte do meu sistema nervoso que muito provavelmente é em uma parte do meu cérebro se encheu de orgulho! NOT! Mas fiquei muito feliz de ver tamanha cultura brasileira tocando pra esse lado do mundo.
                Ao voltar nos encontramos com Parth, que é o AIESECer que dormirei na casa com o André... na mesma cama-Grrrr-. Mas sem problemas, na verdade estou escrevendo isso aqui, agora, deitado do lado do Dé. “Vai Dé....dá uma palavrinha pro pessoal do Blog ae!....”ZzzZzzzZZZzzZzz”. Ele esstá dormindo.... malz”. Bom... continuando.
                Fomos até a casa que deixei minha mala na noite passada para busca-la.... de moto. Demos um jeito de carregar a mala na moto e estávamos voltando, felizes e contentes, para o escritório para pegar o André, quando uma belíssima pomba deuuma bela duma cagada no meu ombro. Acho que isso quer dizer sorte né? Não, quer dizer que minha camisa ficou fedendo pra C@#$%lho e eu tive que sentir aquele caldinho adentrando o fino pano da minha camisa do Jaka Waka e encostar na minha bela pele branca. Foi maravilhosa a sensação. Mas resolvemos vir direto pra casa dele e deixar o Dé lá sozinho mesmo.
                Brincadeira... o Parth só me levou pra casa dele, que era perto, pra depois ir buscar o Dé. Que estava aprendendo a jogar Cricket com uns indianos que estavam na frente do escritório. E chegando aqui, finalmente pude abrir minha “necessária” e realmente tomar um banho de verdade. E também fui ao banheiro e me matei para encher e jogar baldes de água na primavada, mas na terceira vez que fui mexer na torneira eu abri a torneira errada e adivinha... era a descarga.
                Mas está muito bom aqui e agora, com meu ego inflado, vou partir pra cima de todas as menininhas do bairro mew!!! Até vou deixar a barba crescer agora pra ficar mais parecido ainda! “tá bom...senta lá”
                Bom... isso é yudo por hoje meus amores, mas provavelmente vai ter mais aqui embaixo (ou em cima... sei lá) porque só postarei amnhã. Que pra vocês que estão lendo é hoje, então terão que ler dois dias seguidos de uma vez... se f*%$#deram.
                Ah... esqueci de mencionar que também nos perdemos indo pra Universidade de Baroda, que foi o palácio do príncipe daqui em 47 (se não me engano), que foi estudar na Inglaterra e quando voltou percebeu eu os estudos são tão importantes que resolveu doar o castelo para ser uma faculdade. Portanto crianças, estudem.
                Mas não é que nos perdemos. A gente só não conseguiu chegar onde queríamos por ter pego o caminho errado. Mas voltamos pelo mesmo caminho e então chegamos no escritório de novo. Olha que três brasileiros inteligentes que somos. Mãe, não se preocupa! Seu filhote está inteiro, assim como todos aqui.
                Agora acabou mesmo, vou dormir.

Um comentário:

  1. Letttt, estou adorando o blog!! Acompanho sempre!!
    Se cuida aí em cabeça e tráz chocolate pra mim, sua prima mais cool...rsrsrs!!
    Bjinhus e bom trabalho!!
    Mary

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